Ao meu ver a imensidão do céu estava, de algum modo, mais próxima da sólida terra...
Pareceu, pareceu...
Deu, então, uma vontade de tocar as estrelas acima de mim; estiquei meus braço, mas o céu ainda estava longe, embora perto.
Pulei, então, tentando segurar-me na lua; não alcancei.
Pensei então em pegar um pula-pula e provar o gosto das nuvens, lá nas alturas.
Entretanto a ideia é absurda, mas: Por quê? Por que será que como um pequeno Príncipe, que um dia ouvi falar, eu não alcancei outro planeta, em um pulo? Talvez planeta onde houvesse uma flor em uma redoma ou uma raposa que cativasse.
Pensei que poderia cativar. Cativar alguém, mas quem?
Ahh! Assim complica-me!
Sem planetas não têm rosas nem alguém!
E nesse instante lembro-me:
Tenho planeta, Terra!
Tenho rosas, Vermelhas!
Tenho alguém, de Lins!
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