A minha? A minha foi uma muito gostosa, criativa.
O que me fez pensar nisso foi o pão que ganhei da pequena Rhayana e que decidi rechear com gosto de infância.
Passei manteiga, de modo exagerado como sempre fazia e pus, de modo ainda mais exagerado como adorava fazer, o açúcar cristalino. Quando mordi foi exatamente a mesma cena: o açúcar era tanto que pulou para fora do pão. Ah! Que gosto de infância. Infância cristalinamente açucarada.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Noites de Insônia
Deitei...
10, 20, 30, 40, 50, 60, 70 minutos depois e ainda estou completamente acordada.
Músicas vão, músicas vêm; e sono? nenhum.
Pensamentos chegam, pensamentos partem; e sono? nenhum.
Lembranças boas, lembranças ruins; e sono? nenhum.
Lágrimas rolam, lágrimas param; e sono? nenhum.
E continua nisso e se passam horas e mais horas: meia noite, uma hora, duas, três; e sono? nenhum.
Tenho culpa dessas noites de insônia? Desse sono que não vem? Queria que houvesse sono, desejo que o sono chegue, pois lembranças e pensamentos tristes me atormentam; mas tenho culpa se meu sono se perdeu no caminho? Se parece que o trem que ele pegou atrasou?
E palavras vem, palavras vão e novamente voltam; e sono? ainda nenhum.
Mensagens são trocadas até que uma dos remetentes se cala... Provavelmente o sono dele chegou e pegou-o desprevenido; e as mensagens cessaram.
E desse lado,ainda nada. Parece que o trem parou em alguma estação e de lá não quer sair e eu imploro: Saia!
Luzes acendem, luzes apagam; e sono? nada.
Vozes falam e vozes novamente se calam; e sono? nada.
Onde tu estás, sono? Diga-me pelo menos isto, para que eu vá lhe procurar. Já é tarde, sono, e os olhos querem descansar e a mente quer parar de pensar, mas não para. Por quê? Por quê? Por quê? Por que você não vem?
E novamente as lágrimas voltam, a música e os pensamentos tristes também, a sensação da perda de uma amigo; mas essa perda é exclusivamente mental, espiritual, de consideração, pois o corpo está ali mas as atitudes mudaram, o comportamento mudou. E por que tinha que mudar? Por que foi esquecer da nossa parceria? Da nossa ligação? Da nossa sintonia?
E as palavras novamente se vão, não querem mais ser escritas a esta hora, nestas condições; e sono? ainda nenhum.
No entanto paro por aqui, pois as palavras estão se rebelando, os olhos marejados querem descansar, a mente quer relaxar, o corpo quer se recuperar.
E o sono? Ainda não veio.
10, 20, 30, 40, 50, 60, 70 minutos depois e ainda estou completamente acordada.
Músicas vão, músicas vêm; e sono? nenhum.
Pensamentos chegam, pensamentos partem; e sono? nenhum.
Lembranças boas, lembranças ruins; e sono? nenhum.
Lágrimas rolam, lágrimas param; e sono? nenhum.
E continua nisso e se passam horas e mais horas: meia noite, uma hora, duas, três; e sono? nenhum.
Tenho culpa dessas noites de insônia? Desse sono que não vem? Queria que houvesse sono, desejo que o sono chegue, pois lembranças e pensamentos tristes me atormentam; mas tenho culpa se meu sono se perdeu no caminho? Se parece que o trem que ele pegou atrasou?
E palavras vem, palavras vão e novamente voltam; e sono? ainda nenhum.
Mensagens são trocadas até que uma dos remetentes se cala... Provavelmente o sono dele chegou e pegou-o desprevenido; e as mensagens cessaram.
E desse lado,ainda nada. Parece que o trem parou em alguma estação e de lá não quer sair e eu imploro: Saia!Luzes acendem, luzes apagam; e sono? nada.
Vozes falam e vozes novamente se calam; e sono? nada.
Onde tu estás, sono? Diga-me pelo menos isto, para que eu vá lhe procurar. Já é tarde, sono, e os olhos querem descansar e a mente quer parar de pensar, mas não para. Por quê? Por quê? Por quê? Por que você não vem?
E novamente as lágrimas voltam, a música e os pensamentos tristes também, a sensação da perda de uma amigo; mas essa perda é exclusivamente mental, espiritual, de consideração, pois o corpo está ali mas as atitudes mudaram, o comportamento mudou. E por que tinha que mudar? Por que foi esquecer da nossa parceria? Da nossa ligação? Da nossa sintonia?
E as palavras novamente se vão, não querem mais ser escritas a esta hora, nestas condições; e sono? ainda nenhum.
No entanto paro por aqui, pois as palavras estão se rebelando, os olhos marejados querem descansar, a mente quer relaxar, o corpo quer se recuperar.
E o sono? Ainda não veio.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Conquistas!
O que é a vida se não um conjunto de escolhas, de objetivos, de esforços, de conquistas?
Para mim a vida é feita de escolhas, de objetivos, de esforços e de conquistas.
Há uma história que conta sobre um homem; um homem que acreditava mais que tudo em Deus e no que ele poderia lhe dar se ele pedisse com fé, todos os dias. E era o que ele fazia, todos os dias ia para a igreja e passava horas e horas pedindo a Deus que lhe desse o prêmio de loteria, para que melhorasse sua vida. Um dia alguém
Para mim a vida é feita de escolhas, de objetivos, de esforços e de conquistas.
Há uma história que conta sobre um homem; um homem que acreditava mais que tudo em Deus e no que ele poderia lhe dar se ele pedisse com fé, todos os dias. E era o que ele fazia, todos os dias ia para a igreja e passava horas e horas pedindo a Deus que lhe desse o prêmio de loteria, para que melhorasse sua vida. Um dia alguém
sábado, 3 de dezembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Razão de ser
domingo, 20 de novembro de 2011
Sinto que é amor
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova
Eu não peço nada em troca
Porque eu sei que é amor
Eu não peço nenhuma prova
Mesmo que você não esteja aqui
O amor está aqui
Agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora
O amor está aqui
Agora
Mesmo que você tenha que partir
O amor não há de ir
Embora
Porque eu sei que é amor
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta
Sei que cada palavra importa
Porque eu sei que é amor
Sei que só há uma resposta
Mesmo sem porquê eu te trago aqui
O amor está aqui
Comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim
Mais vivo ♪
O amor está aqui
Comigo
Mesmo sem porquê eu te levo assim
O amor está em mim
Mais vivo ♪
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Ponto de vista
Felicidade é apenas uma questão de ponto de vista. Alguns olham pro céu e veem apenas camadas gasosas que envolvem a Terra. Outros olham e pensam o quanto serão felizes quando estiverem morando no céu com Deus. Eu olho pro céu e vejo o quanto é lindo o brilho do sol, as radiantes estrelas e engraçado os formatos das nuvens e me sinto completamente feliz, à ponto de sorrir sozinha como uma louca; mas não preocupo-me, pois os loucos são as melhores pessoas.
"Enquanto puderes erguer os olhos para o céu, sem medo, saberás que tens o coração puro, e isto significa felicidade."
(Anne Frank)
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Para minha pequena borboleta
Há quanto tempo queria homenagear-te dessa maneira, mas você impressiona de tamanhas formas que sempre que tentava escrever algo pensava no tanto que deixaria de fora e novamente voltava a esperar que o arcabouço trouxesse uma ideia que mostrasse todas as suas formas bem como tudo que há tanto quero dizer-te.
Não sei se esta é a ideia pelo qual vim esperando por todo esse tempo, mas decidi que mesmo que não seja a flor pelo qual procuro irei colhê-la assim como todas as outras que vierem e então criarei um jardim com todas as características que quero exaltar contidas em cada uma das flores que colher pois uma só flor não pode trazer toda a beleza e todas as virtudes de uma borboleta que captou a mensagem de tantas e tantas flores por aí afora.
Esta magnifica borboleta é na verdade um conjunto de maravilhas, sua encantadora personalidade elétrica e incansável não prende-se apenas à essência da borboleta, mas também a de uma belíssima fada, a de uma radiante estrela, de uma mimosa princesa, de uma elegantíssima dama e a, acima de tudo, de uma inocente criança.
E talvez por isso sinto-se responsável por ela e por mais imatura que possa me tornar em minhas atitudes para com ela; nunca permitiria que humano qualquer, por mais ameaçador que possa fazer-se para mim, fizesse mal a minha linda e pequena borboleta mimada.
Orgulho-me profundamente dela e não há irmã alguma que conseguisse substituí-la, que conseguisse que meus castanhos olhos observassem-na com tamanha carinho e esse senso maternal como quando olho para ela.
Quando a vi no palco dançando, o que por meses a olhei enquanto ensaiava, a onde de orgulho que me encobriu foi tamanha que os olhos marejaram e as lágrimas ameaçaram cair. Tive mais orgulho dela, posso dizer, que de mim, quando consegui fazer o que ensaiei sem erros. Para mim vê-la pulando ao ganhar foi bem melhor do que a minha própria vitória. Esse ano a minha família de artistas não venceu, mas a dela venceu e ao vê-la pulando, gritando e rindo foi como se eu também tivesse ganho e segurei-me para não ir pular junto á ela. era a hora dela brilhar sozinha e fiquei apenas a observar.
E mesmo com todos esses fatos e com o impulso que tenho de protegê-la por diversas vezes sinto o escudo dela em volta de mim, protegendo-me de qualquer que seja a ameaça. As vezes flagro borboletas me seguindo e sinto a presença dela e sei, simplesmente sei, que ela está me guardando, me defendendo de quaisquer que sejam os olhos maldosos que me olhem e pensem em me fazer mal.
Eu te amo mil e uma vezes mais que a quantidade de estrelas no universo.
E essa sua face de boba não me engana nem um pouco, percebo que por traz disso esconde-se uma inteligência de uma escritora nata.
Não sei se esta é a ideia pelo qual vim esperando por todo esse tempo, mas decidi que mesmo que não seja a flor pelo qual procuro irei colhê-la assim como todas as outras que vierem e então criarei um jardim com todas as características que quero exaltar contidas em cada uma das flores que colher pois uma só flor não pode trazer toda a beleza e todas as virtudes de uma borboleta que captou a mensagem de tantas e tantas flores por aí afora.Esta magnifica borboleta é na verdade um conjunto de maravilhas, sua encantadora personalidade elétrica e incansável não prende-se apenas à essência da borboleta, mas também a de uma belíssima fada, a de uma radiante estrela, de uma mimosa princesa, de uma elegantíssima dama e a, acima de tudo, de uma inocente criança.
E talvez por isso sinto-se responsável por ela e por mais imatura que possa me tornar em minhas atitudes para com ela; nunca permitiria que humano qualquer, por mais ameaçador que possa fazer-se para mim, fizesse mal a minha linda e pequena borboleta mimada.
Orgulho-me profundamente dela e não há irmã alguma que conseguisse substituí-la, que conseguisse que meus castanhos olhos observassem-na com tamanha carinho e esse senso maternal como quando olho para ela.
Quando a vi no palco dançando, o que por meses a olhei enquanto ensaiava, a onde de orgulho que me encobriu foi tamanha que os olhos marejaram e as lágrimas ameaçaram cair. Tive mais orgulho dela, posso dizer, que de mim, quando consegui fazer o que ensaiei sem erros. Para mim vê-la pulando ao ganhar foi bem melhor do que a minha própria vitória. Esse ano a minha família de artistas não venceu, mas a dela venceu e ao vê-la pulando, gritando e rindo foi como se eu também tivesse ganho e segurei-me para não ir pular junto á ela. era a hora dela brilhar sozinha e fiquei apenas a observar.
E mesmo com todos esses fatos e com o impulso que tenho de protegê-la por diversas vezes sinto o escudo dela em volta de mim, protegendo-me de qualquer que seja a ameaça. As vezes flagro borboletas me seguindo e sinto a presença dela e sei, simplesmente sei, que ela está me guardando, me defendendo de quaisquer que sejam os olhos maldosos que me olhem e pensem em me fazer mal.Eu te amo mil e uma vezes mais que a quantidade de estrelas no universo.
E essa sua face de boba não me engana nem um pouco, percebo que por traz disso esconde-se uma inteligência de uma escritora nata.
Dedicado à Milena Wanderley Barros
sábado, 12 de novembro de 2011
A arte de ser feliz
Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.
Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, a às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Valorize-se
O que falta na nossa sociedade são valores. O nosso mundo está perdendo o brilho, infelizmente. Um dia é, hoje, apenas "mais um dia". Uma tulipa, apenas mais uma flor. Um amigo apenas mais um amigo. Um amor apenas mais um entre tantos outros amores.
A música agora é descartável, se antes os artistas eram eternizados hoje permanecem menos de um ano na mente das pessoas.
E com todos esses apenas mais um algumas mulheres esqueceram-se de valorizar-se, expõe-se como se não fossem nada, apenas para chamar atenção, eu creio. No entanto nessa busca por atenção esquecem seu valor. Uma mulher, independente de seu corpo físico, é mulher e o poder feminino está guardado em cada pequeno gesto, em cada pequeno pensamento, em cada garota. Então porque desvalorizar esse poder feminino? Porque, em prol de alguns minutos de atenção, expor-se de uma maneira que acabará com sua reputação, com sua dignidade?
Por mais que diga-se que o machismo acabou, não acabou. Então não pense em sair manchando sua imagem com atitudes que para um homem não haveria consequências. Não é que vá parar de fazer o que quer fazer, mas ter a decência de fazer apenas aquilo que te valorize.
Entretanto, assim como todo o resto, algumas mulheres começam a ser apenas mais uma e esquecem do seu valor e que mulher que é mulher não é descartável e conquista sua fama a partir de suas virtudes e talentos.
Mas assim como algumas pessoas disseram a uma certa moça que via de suas janelas diversas felicidades, é preciso primeiro aprender a olhá-las para, ai sim, poder vê-las. Então creio que apenas aqueles que aprenderam a importância dos valores terão a capacidade de valorizar os tais valores.
A música agora é descartável, se antes os artistas eram eternizados hoje permanecem menos de um ano na mente das pessoas.
E com todos esses apenas mais um algumas mulheres esqueceram-se de valorizar-se, expõe-se como se não fossem nada, apenas para chamar atenção, eu creio. No entanto nessa busca por atenção esquecem seu valor. Uma mulher, independente de seu corpo físico, é mulher e o poder feminino está guardado em cada pequeno gesto, em cada pequeno pensamento, em cada garota. Então porque desvalorizar esse poder feminino? Porque, em prol de alguns minutos de atenção, expor-se de uma maneira que acabará com sua reputação, com sua dignidade?
Por mais que diga-se que o machismo acabou, não acabou. Então não pense em sair manchando sua imagem com atitudes que para um homem não haveria consequências. Não é que vá parar de fazer o que quer fazer, mas ter a decência de fazer apenas aquilo que te valorize.
Entretanto, assim como todo o resto, algumas mulheres começam a ser apenas mais uma e esquecem do seu valor e que mulher que é mulher não é descartável e conquista sua fama a partir de suas virtudes e talentos.
Mas assim como algumas pessoas disseram a uma certa moça que via de suas janelas diversas felicidades, é preciso primeiro aprender a olhá-las para, ai sim, poder vê-las. Então creio que apenas aqueles que aprenderam a importância dos valores terão a capacidade de valorizar os tais valores.
Ocupação
Uma hora escrita, outra cantada.
Risos, gritos... lágrimas.
Livre, leve ou solta.
Vista, ouvida ou lida.
De todos os jeitos ou de nenhum,
tudo em mim ocupa.
Em paz ou em guerra.
Com ou sem luz.
Em preto ou branco,
com cores ou sem elas,
Tudo que de mim faz parte,
ocupa.
Livre, leve ou solta.
Vista, ouvida ou lida.
De todos os jeitos ou de nenhum,
tudo em mim ocupa.
Em paz ou em guerra.
Com ou sem luz.
Em preto ou branco,
com cores ou sem elas,
Tudo que de mim faz parte,
ocupa.
O fim é sempre um novo começo
Com o fechamento de um ciclo, o mesmo se renova. E então já é outro ciclo, outro ano, outro livro, outro cenário, outras pessoas, outros passos, outras idades...
Parece que tudo mudou, assim como também parece que tudo está igual. Sente-se o peso de maiores responsabilidades, bem como de novas possibilidades.
As antigas responsabilidades pesam ainda mais nos ombros, os amigos tendem a se aproximar mais ainda, as paixões a se tornarem mais profundas, os laços a carregarem mais sentimentos.
As antigas responsabilidades pesam ainda mais nos ombros, os amigos tendem a se aproximar mais ainda, as paixões a se tornarem mais profundas, os laços a carregarem mais sentimentos.
E se antes seus pés não se erguiam da maneira esplendida como você sempre desejou que eles se erguessem, paciência! Note que a cada dia, a cada novo ano, você está cada vez mais perto da perfeição. Afinal a cada idade que se avança a ideia é tentar melhorar o que não estava bom no ciclo anterior.
Os traços do ciclo que acaba de se finalizar vão ficar marcado em sua essência; seu caráter não muda, a menos que você queira. E mesmo assim em toda moldura em que houve uma modificação fica, em algum ponto, a antiga moldura.
No entanto, mesmo com a essência do meu antigo ciclo dentro da minha nova fase, hei de mudar tudo aquilo que não está perfeito ou não está se aproximando da tão sonhada perfeição.
Enfim, os treze partiram numa embarcação que os deixarão nas terras da lembrança e chega no trem-bala os catorze para melhorar cada prédio antigo de minha cidade e aumentar ainda mais a bela cidade em que, agora, habitam.
Adeus, queridos treze anos. Fiquem bem, muito bem, eu os aproveitei imensamente; poderia ter aproveitado melhor, mas afinal sempre se pode melhorar, entretanto o que foi feito - erros e acertos - me tornaram o que sou hoje e por mais idiotas que tenham sidos meus erros, não abro mão deles pois aprendi a não errar novamente.
Finalmente, sejam bem vindos catorze. Espero que melhorem todos os meus defeitos, não comentam os mesmos erros e tragam cada vez mais felicidade, amor, saúde, paz, positividade e boa música para minha simples e maravilhosa vida.
Fim.
No entanto, mesmo com a essência do meu antigo ciclo dentro da minha nova fase, hei de mudar tudo aquilo que não está perfeito ou não está se aproximando da tão sonhada perfeição.
Enfim, os treze partiram numa embarcação que os deixarão nas terras da lembrança e chega no trem-bala os catorze para melhorar cada prédio antigo de minha cidade e aumentar ainda mais a bela cidade em que, agora, habitam.
Adeus, queridos treze anos. Fiquem bem, muito bem, eu os aproveitei imensamente; poderia ter aproveitado melhor, mas afinal sempre se pode melhorar, entretanto o que foi feito - erros e acertos - me tornaram o que sou hoje e por mais idiotas que tenham sidos meus erros, não abro mão deles pois aprendi a não errar novamente.
Finalmente, sejam bem vindos catorze. Espero que melhorem todos os meus defeitos, não comentam os mesmos erros e tragam cada vez mais felicidade, amor, saúde, paz, positividade e boa música para minha simples e maravilhosa vida.
Fim.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Descoberta de um belo texto
Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a alegria, a tristeza, a vaidade, a sabedoria, o amor e outros.
Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:
— Fujam todos, a ilha vai ser inundada.
Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha.
Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda.
Estava passando a riqueza e ele disse:
— Riqueza, leve-me com você.
Ela respondeu:
— Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.
Passou então a vaidade e ele pediu:
— Oh! Vaidade, leve-me com você.
- Não posso você vai sujar o meu barco.
Logo atrás vinha a tristeza.
— Tristeza, posso ir com você?
— Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar.
Então passou um barquinho, onde estava um velhinho.
— Sobe, amor que eu te levo.
O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
— Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?
Ela respondeu:
— O tempo.
— O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui?
— Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.
Um dia avisaram para os moradores desta ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o amor cuidou para que todos os sentimentos se salvassem; ele então falou:
— Fujam todos, a ilha vai ser inundada.
Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha.
Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda.
Estava passando a riqueza e ele disse:
— Riqueza, leve-me com você.
Ela respondeu:
— Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não vai caber.
Passou então a vaidade e ele pediu:
— Oh! Vaidade, leve-me com você.
- Não posso você vai sujar o meu barco.
Logo atrás vinha a tristeza.
— Tristeza, posso ir com você?
— Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.
Passou a alegria, mas estava tão alegre que nem ouviu o amor chamar por ela. Já desesperado, achando que ia ficar só, o amor começou a chorar.
Então passou um barquinho, onde estava um velhinho.
— Sobe, amor que eu te levo.
O amor ficou tão radiante de felicidade que esqueceu de perguntar o nome do velhinho.
Chegando no morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à sabedoria:
— Sabedoria, quem era o velhinho que me trouxe aqui?
Ela respondeu:
— O tempo.
— O tempo? Mas, por que só o tempo me trouxe aqui?
— Porque só o tempo é capaz de ajudar e entender um grande amor.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Como hortelã e canela
Separados são deliciosos mas juntos são incomparáveis, era o que você dizia. E quando nos separamos te pedi que não fosse pois ainda é meu desejo que continuemos incomparáveis; agora juntos de outra forma mas ainda assim como canela e hortelã.Agora tu está livre para deliciar outro confeito, mas quero continuar a saber que somos extraordinariamente magníficos juntos. E quando precisar você vai estar lá para cumprir seu papel de amigo, de me deixar mais feliz com um complemento a mais no meu sabor, no meu viver, assim como eu sempre estarei aqui sempre que precisar.
Quero que complemente meu soneto, sendo ainda mais amigo do que era quando amante.
Curto e simples, mas carregado de sentimentos expressos de uma forma um tanto quanto exótica, mas de que outro modo você entenderia que é diretamente para você essa mensagem?
Espero que nunca esqueça o que passamos juntos e, mais ainda, esteja pronto para construir nossa ponte da amizade, trabalhando todos os dias um pouco.
Mint to Canela!
domingo, 28 de agosto de 2011
Fim de Espetáculo
Muito mais que antes, dessa vez senti o clima de fim de festa, de fim de espetáculo. Ensaiamos, corremos, vestimos e desvestimos; brilhamos! E após tudo e mais um pouco senti como é acabar o espetáculo, como é tirar as fantasias e voltar a ser você e não mais o personagem, e não mais a dança. O camarim quase vazio, só mais alguns artistas restaram para trocar as fantasias e não havia mais tantos gritos e tantas pessoas e roupas e máscaras e mais e mais.
Foi diferente, antes não havia sentido essa sensação, talvez porque não tenha voltado ao camarim depois de as cortinas fechadas, havia ido lá enquanto o espetáculo ainda estava rolando, ainda havia correria, nervosismo.
Mas dessa vez fui de verdade uma artista e senti o peso da responsabilidade de fazer o espetáculo realmente brilhar. Mas por fim, acabou.
Mas veja, acabou o espetáculo, não os artistas. E unidos, todos nós, corremos, uma ultima corrida antes de sair do teatro, e gritamos todos juntos como se fossemos uma só pessoa, um só coração; porque a tensão, a concorrência nos uniu e fez de nós uma família e quando esperamos o resultado esperamos como uma família, não só como artistas individuais, mas como uma família de artistas.
E conseguimos, com as mãos unidas esperamos e a cada vitória gritávamos como se estivéssemos ganhando na loteria, mas afinal, realmente estávamos recebendo o troféu por nossos esforços.
E quando perdíamos, estávamos todos lá para acreditar que a próxima seria uma vitória e tantos pensamentos unidos conseguiram novamente nos dá uma vitória e gritávamos.
E o que passou foi ótimo, mas acabou o espetáculo, acabaram os ensaios para este espetáculo, mas não há porque se preocupar ainda há outro espetáculo e a família voltará a se reunir, a ensaiar, a se esforçar e ao final, brilhar.
Por isso, não vá, as cortinas voltarão a se abrir, a estrela ainda não se apagou e não há de apagar pois sempre há um novo espetáculo e os artistas voltam para sua corrida.
Wait. The curtains will still open.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Retorno das ideias
Elas estavam escassas e quando aparecia uma, por algum motivo, não conseguia segurá-la. Mas
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Água com gosto de mar
Nublado, gelado, frio,
Noite, chuva e trovões.
O que há nisso que lembre o mar?
Nada, apenas o branco do céu, para lembrar
que não haverá mar azul, apenas ondas...
ondas banhadas pela chuva sob o céu à se fechar.
Então de onde vem esse gosto de água do mar?
Como pode uma torneira água salgada derramar?
Nada sei...
Apenas que banhei o rosto com uma água gelada
com um gosto gostoso de mar.
O que há nisso que lembre o mar?
Nada, apenas o branco do céu, para lembrar
que não haverá mar azul, apenas ondas...
ondas banhadas pela chuva sob o céu à se fechar.
Então de onde vem esse gosto de água do mar?
Como pode uma torneira água salgada derramar?
Nada sei...
Apenas que banhei o rosto com uma água gelada
com um gosto gostoso de mar.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Frio, mas um friozinho gostoso
E lá fora chove, chove a chuva bem devagar.
E aqui, bem aqui, faz um friozinho de gelar.
Mas não há mal. É um friozinho bom de abraçar.
E lá fora há um branco, um branco bom de se olhar.
E aqui, bem aqui, há um canto, um canto bom de se enrolar.
Mas não há mal. É um bom lugar para se cantar.
E lá fora há silêncio, um silêncio gostoso de provar.
E aqui, bem aqui, há meninas à tagarelar.
Mas não há mal. Tudo é muito bom de se aproveitar.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Gentileza Gera Gentileza!
Regras:
1- Divulgar quem passou o MEME: Rafaela Leonel (Meu Mundo Pararelo)2- Publicar fotografias das coisas que vocês mais gostam;
SELO "Gentileza gera Gentileza"

A mensagem deste selo é: "Este Selinho tem o propósito de criar um efeito borboleta do bem! Gentileza gera Gentileza. Divulga os blogs, e principalmente, dá apoio aos que estão começando. Distribui gentileza! Ser gentil sempre que for possível. E é sempre possível."
Simplesmente porque não precisam de coisas caras, roupas de marca. São felizes até nos momentos mais difíceis, arranjam tempo para molecar até quando não há. Pintam o mundo com cores e onde não há beleza fazem haver. Gosto de crianças pela sua inocência, pelo seus sorrisos, pelas suas gargalhadas, seu bater de palmas. Suas brincadeiras, seu esconde-esconde, seu imaginar, seu maravilhar.Gosto das crianças porque até em um lugar feio criam um mundo onde é seguro estar, onde é seguro brincar, onde tem alguém com quem possam pular, gritar.
Vinho
É tudo. Cor, sabor, aroma. É sensual e santo; é marcante ao mesmo tempo em que é suave. É quente até em seus momentos gelados. É escarlate como sangue, mas cristalino como a água.
Música
Traduz sentimentos, pensamentos, sensações. Marca momentos, lembra tempos. Traz ideias assim como também assim como dissipa pensamentos em excesso. Além disso posso dizer que traz boas emoções, alivia as tensões, livra, pelo menos à mim, de energias negativas.
Fotografia
Para encerrar, apesar das ainda milhares de coisas que ainda me vem a mente para postar, fotografia. Fotografar é não só capturar uma imagem, é gravar os momentos, as emoções, os sorrisos e até mesmo os sentimentos. É eternizar a beleza da natureza, mesmo aquela que perece em cada amanhecer. É marcar os momentos em que você acha que um pouco de narcisismo não tem problema algum. É isso e mais um pouco. Mas fico por aqui.
3- Passar o MEME para 10 pessoas.
Welligto Wanderley - Carpe Diem
Thainá Lessa - Um pouco de tudo, um pouco de nada
Milena W.B. - Em Um Conto de Fadas
Querino Neto - Contemporanneo
Leonardo Esdras - [...] Na verdade, tudo é um conjunto de fatos.
Marcela Ayana - Diário de sonhos
Sara Albuquerque - Fábrica de Palavras
Alice Fagundes - Eternizando em Palavras
Mary Chaves - Petit Infinity
Sam Cromwell - Não apague a Luz

A mensagem deste selo é: "Este Selinho tem o propósito de criar um efeito borboleta do bem! Gentileza gera Gentileza. Divulga os blogs, e principalmente, dá apoio aos que estão começando. Distribui gentileza! Ser gentil sempre que for possível. E é sempre possível."
Embora
Embora pareça, nem sempre é
Embora seja, nem sempre parece.
Embora queira, nem sempre consegue
Embora consiga, nem sempre quer.
Embora grite, nem sempre fale
Embora fale, nem sempre grite.
Embora cante, nem sempre dance
Embora dance, nem sempre cante.
Embora escreva, nem sempre pense
Embora pense, nem sempre escreva.
Embora comece, nem sempre termine...
Embora, muito embora, chegou a hora,
vou-me
Em bora.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
NÃO ENTRE EM PÂNICO!
E se não estava aqui é porque eu estava em pânico, mas agora eu tenho o livro escrito em letras garrafais e amigáveis na capa NÃO ENTRE EM PÂNICO! Então cá estou eu de volta para que ninguém mais em lugar nenhum dessa galáxia e de nenhuma outra tenha pânico.
Para começar é bom saber que Desde tempos imemoriais houve menos de meia dúzia de mortais cujas mentes foram capazes de contemplar o universo em sua totalidade: Einstein, Hubble, Feynman e Douglas Adams são os nomes que surgem em meu cérebro comparativamente ínfimo e inútil. Destes poucos gênios especiais, Douglas Adams é, sem dúvida, o pensador mais hilariantemente original, embora seja consenso geral que Einstein era melhor dançarino de funk.
Mas pulando toda essa apresentação formal dos nossos cientistas universais, vamos para a história.
"Muito além, nos confins inexplorados da região mais brega da Borda ocidental desta galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido.
Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais são uma grande ideia.
Esse planeta tem - ou melhor, tinha - o seguinte problema: a maioria de seus habitantes estava quase sempre infeliz. Foram sugeridas muitas soluções para esse problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente à movimentação de pequenos pedaços de papel colorido com números impressos, o que é curioso, já que no geral não eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes.
E assim o problema continuava sem solução. Muitas pessoas eram más, e a maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.
Um número cada vez maior de pessoas acreditava que havia sido um erro terrível descer das árvores. Algumas diziam que até mesmo subir nas árvores tinha sido uma péssima ideia, e que ninguém jamais deveria ter saído do mar.
E então, uma quinta-feira, quase dois mil anos depois que um homem pregado num pedaço de madeira por ter dito que seria ótimo se as pessoas fossem legais umas com as outras para variar, uma garota, sozinha numa lanchonete em Rickmansworth, de repente compreendeu o que tinha dado errado todo esse tempo e finalmente descobriu como o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz. Desta vez estava tudo certo, ia funcionar, e ninguém teria que ser pregado em coisa nenhuma.
Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota, e as ideia perdeu-se para todo o sempre.
Esta não é a história dessa garota.
É a história daquela catástrofe terrível e idiota, e de algumas de suas consequências.
É também a história de um livro chamado O Guia do Mochileiro das Galáxias - um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o tinha ou sequer ouvido falar dele.
Apesar disso, é um livro realmente extraordinário.
Na verdade, foi provavelmente o mais extraordinário dos livros publicados pelas grandes editoras de Ursa Menor - editoras das quais nenhum terráqueo jamais ouvira falar.
O livro é não apenas uma obra extraordinária como também um tremendo best-seller - mais popular que a Enciclopédia Celestial do Lar, mais vendido que Mais Cinquenta e Três Coisas para se Fazer em Gravidade Zero, e mais polêmico que a colossal trilogia filosófia de Oolonn Colluphid, Onde Deus Errou, Mais Alguns Grandes Erros de Deus e Quem É Esse Tal de Deus Afinal?
Em muitas civilizações mais tranquilonas da Borda Oriental da Galáxia, O Guia do Mochileiro das Galáxias já substituiu a grande Enciclopédia Galáctica como repositório-padrão de todo o conhecimento e sabedoria, pois ainda que contenha muitas omissões e textos apócrifos, ou pelo menos terrivelmente incorretos, ele é superior à obra mais antiga e mais prosaica em dois aspectos importantes.
Em primeiro lugar, é ligeiramente mais barato; em segundo lugar, traz na capa, em letras garrafais e amigáveis, a frase NÃO ENTRE EM PÂNICO.
Mas a história daquela quinta-feira terrível e idiota, a história de suas extraordinárias consequências, a história das interligações inextricáveis entre essas consequências e este livro extraordinário - tudo isso teve um começo muito simples.
Começou com uma casa. "
Para começar é bom saber que Desde tempos imemoriais houve menos de meia dúzia de mortais cujas mentes foram capazes de contemplar o universo em sua totalidade: Einstein, Hubble, Feynman e Douglas Adams são os nomes que surgem em meu cérebro comparativamente ínfimo e inútil. Destes poucos gênios especiais, Douglas Adams é, sem dúvida, o pensador mais hilariantemente original, embora seja consenso geral que Einstein era melhor dançarino de funk.
Mas pulando toda essa apresentação formal dos nossos cientistas universais, vamos para a história.
"Muito além, nos confins inexplorados da região mais brega da Borda ocidental desta galáxia, há um pequeno sol amarelo e esquecido.
Girando em torno deste sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de quilômetros, há um planetinha verde-azulado absolutamente insignificante cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinariamente primitivas que ainda acham que relógios digitais são uma grande ideia.
Esse planeta tem - ou melhor, tinha - o seguinte problema: a maioria de seus habitantes estava quase sempre infeliz. Foram sugeridas muitas soluções para esse problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente à movimentação de pequenos pedaços de papel colorido com números impressos, o que é curioso, já que no geral não eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes.
E assim o problema continuava sem solução. Muitas pessoas eram más, e a maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.
Um número cada vez maior de pessoas acreditava que havia sido um erro terrível descer das árvores. Algumas diziam que até mesmo subir nas árvores tinha sido uma péssima ideia, e que ninguém jamais deveria ter saído do mar.
E então, uma quinta-feira, quase dois mil anos depois que um homem pregado num pedaço de madeira por ter dito que seria ótimo se as pessoas fossem legais umas com as outras para variar, uma garota, sozinha numa lanchonete em Rickmansworth, de repente compreendeu o que tinha dado errado todo esse tempo e finalmente descobriu como o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz. Desta vez estava tudo certo, ia funcionar, e ninguém teria que ser pregado em coisa nenhuma.
Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota, e as ideia perdeu-se para todo o sempre.
Esta não é a história dessa garota.
É a história daquela catástrofe terrível e idiota, e de algumas de suas consequências.
É também a história de um livro chamado O Guia do Mochileiro das Galáxias - um livro que não é da Terra, jamais foi publicado na Terra e, até o dia em que ocorreu a terrível catástrofe, nenhum terráqueo jamais o tinha ou sequer ouvido falar dele.
Apesar disso, é um livro realmente extraordinário.
Na verdade, foi provavelmente o mais extraordinário dos livros publicados pelas grandes editoras de Ursa Menor - editoras das quais nenhum terráqueo jamais ouvira falar.
O livro é não apenas uma obra extraordinária como também um tremendo best-seller - mais popular que a Enciclopédia Celestial do Lar, mais vendido que Mais Cinquenta e Três Coisas para se Fazer em Gravidade Zero, e mais polêmico que a colossal trilogia filosófia de Oolonn Colluphid, Onde Deus Errou, Mais Alguns Grandes Erros de Deus e Quem É Esse Tal de Deus Afinal?
Em muitas civilizações mais tranquilonas da Borda Oriental da Galáxia, O Guia do Mochileiro das Galáxias já substituiu a grande Enciclopédia Galáctica como repositório-padrão de todo o conhecimento e sabedoria, pois ainda que contenha muitas omissões e textos apócrifos, ou pelo menos terrivelmente incorretos, ele é superior à obra mais antiga e mais prosaica em dois aspectos importantes.
Em primeiro lugar, é ligeiramente mais barato; em segundo lugar, traz na capa, em letras garrafais e amigáveis, a frase NÃO ENTRE EM PÂNICO.
Mas a história daquela quinta-feira terrível e idiota, a história de suas extraordinárias consequências, a história das interligações inextricáveis entre essas consequências e este livro extraordinário - tudo isso teve um começo muito simples.
Começou com uma casa. "
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
O que é?
O QUE É SUCESSO?
Aos 02 anos sucesso é: conseguir andar.
Aos 04 anos . sucesso é: não fazer xixi nas calças.
Aos 12 anos, sucesso é: ter amigos.
Aos 18 anos, sucesso é: ter carteira de motorista.
Aos 20 anos, sucesso é: fazer sexo.
Aos 35 anos, sucesso é: dinheiro.
Aos 50 anos, sucesso é: dinheiro.
Aos 60 anos, sucesso é: fazer sexo.
Aos 70 anos, sucesso é: ter carteira de motorista.
Aos 75 anos, sucesso é: ter amigos.
Aos 80 anos, sucesso é: não fazer xixi nas calças.
Aos 90 anos, sucesso é: conseguir andar.
ASSIM É A VIDA....
"NÃO LEVAMOS NADA DESSA VIDA, PARA QUE PERDER TEMPO COM MALDADE, COM FALSIDADE, COM FALTA DE AMOR...
TODOS TEREMOS O MESMO DESTINO, INDEPENDENTEMENTE DA CONDIÇÃO FINANCEIRA, DA CLASSE SOCIAL;
PORTANTO , AME , BRINQUE , PERDOE E APROVEITE A VIDA....
Carpe Diem! Simplemente viva a vida!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
O Fazedor de Ventos
Recomendações: Leiam devagar e pausadamente, pois um soneto é feito para apreciarmos a sonoridade do poema.
Fazedor de Ventos
Se em teus prantos eu estiver, mulher
Siga a luz do sol só em teus pensamentos
Queria apenas tudo, agora não sabes se quer
Verás quão grande é, o fazedor de ventos
Onde está a quimera que augusto dizia?
E o beijo que Martins te prometeu?
Sabes como verdadeiro eu disse que eu seria.
Não mais acredita neles, apenas eu.
Se consta em teu histórico ausência minha,
Mata-me com tua seiva venenosa de rancor
Mas não esquece, pra ficar do teu lado, sim eu vinha
Vinha, eu vinha porque te amo de mais
Quando fico longe de ti só sinto dor
Acho que queres mesmo eu como teu rapaz.
terça-feira, 5 de julho de 2011
365 princípios para uma vida feliz, por W. W.
A parti de hoje, estarei apresentado 365 princípios para um ANO BOM, para uma VIDA FELIZ, emocionante e cheia de surpresas e alegrias, para que vocês, meus caros amigos e caras amigas da imensidão sem fim do oceano chamado INTERNET, possam encontrar aqui mil e uma maneiras de aproveitar o dia!
Oferecerei a vocês, idéias que os os tornem pessoas"lépidas, límpidas e luminosas", como costumava dizer, nosso querido e amável Guimarães Rosa na vida devemos ser “lépidos, límpidos e luminosos”.
É isso! Todos os dias antes de saiar para o dia mais incrível de sua vida passe aqui ( no Blog Carpe Diem), pois, um dragão o espera para compartilhar seu TESOURO.
Todo dia uma idéia lhe será presenteada, através de um pensamento, de uma provocação, de uma tarefa, de uma lição, de um desafio, de uma charada, de uma escolha...
Por quê, Não? Seu ano recomeçou agora, como um ANO BOM. ( o mais inesperado e extraordinário ANO dos anos, começa agora! ABRA SEUS HORIZONTES! AMPLIE SEU SONHO, SEJA MAIS!!!)
Boa Leitura, Carpe Diem!
28 DE JUNHO DE 2011 - DIA Nº179 DO ANO BOM
O sábio Dale Carnegie relata no seu brilhante livro " COMO FAZER AMIGOS & INFLUENCIAR PESSOAS, o seguite caso:"um grande magazien da cidade de Nova York, reconhecendo as pressões a que seus vendedores haviam se submetido durante a correria das compras de Natal, presenteou os leitores de seus anúncios com a seguyinte filosofia da casa:
O VALOR DE UM SORRISO
Nada custa, mas cria muito.
Enriquece os recebedores, sem empobrecer os doadores.
Dura apenas um segundo, mas, muita vezes a memória o guarda para sempre.
Ninguém é tão rico que possa ir adiante sem ele.
E ninguém é tão pobre que não fique mais rico com seus benefícios.
Traz felicidade ao lar, alimenta a boa vontade nos negócios e é a senha dos amigos.
É repouso para o fatigado, incentivo para o desanimado, alegria para o triste, e o melhor antídoto da Natureza para o mau humor.
Não pode ser comprado, mendigado, emprestado ou roubado, pois é alguma coisa que não é artigo de valor para ninguém senão quando dado naturalmente.
Se no último minuto de confusão das compras algum dos nossos vendedores estiver tão cansado que não lhe dê um sorriso, poderemos nós pedir-lhe para deixar-nos um dos seus?
Pois ninguém necessita mais de um sorriso do que os que nada têm para dar!
365 REGRAS PARA UM ANO BOM
PRINCÍPIO Nº 179
Sorria.
Carpe Diem! Simplesmente viva a Vida!
Carpe Diem! Simplesmente viva a Vida!
Post do blog Carpe Diem,
de Wellington Wanderley
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