A minha? A minha foi uma muito gostosa, criativa.
O que me fez pensar nisso foi o pão que ganhei da pequena Rhayana e que decidi rechear com gosto de infância.
Passei manteiga, de modo exagerado como sempre fazia e pus, de modo ainda mais exagerado como adorava fazer, o açúcar cristalino. Quando mordi foi exatamente a mesma cena: o açúcar era tanto que pulou para fora do pão. Ah! Que gosto de infância. Infância cristalinamente açucarada.

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