domingo, 2 de junho de 2013

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Sou daqueles mulheres duronas por fora e que as vezes se sentem mais carentes do que as mulheres carentes. Estou numa dessas épocas de carência e a pessoa de quem desejo carinho está tão atarefada, está com a semana tão cheia, está tão longe.
Sou dessas que aparentam ser corajosíssimas, um poço de autoconfiança e que confia tão pouco em si na verdade que é tão medrosa, que por medo deixa de arriscar muitas vezes. Devia passar para dar um "oi" pra ele, pra lhe dar um abraço apertado e dizer olhando em seus olhos que estou com muitas saudades, mas sou medrosa e sempre desisto. Hoje a noite tem luar mas estou sem ele.
Há 4 esquinas de distância, sempre desligo antes que comece a chamar e sempre apago mil vezes as mensagens até desistir de enviá-las; também costuma passar mil anos remoendo palavras ao invés de falar logo...

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