Tem um tom bem quentinho, suave, gostosinho. Uma poesia tanto cantarolada quanto falada, para crianças novas ou mais avançadas.
Trouxe-nos Espectros com o virtuosismo da forma, intuição, intimidade; pregava pela liberdade, nacionalidade, educacionalidade.
Buscou inspiração no seu país, no seu folclore, na sua gente, nas suas paisagens. E provou ser não só uma escritora como também uma pensadora; grande pensadora!
Trouxe, junto com sua essência, com sua cor e com seus lábios, a educação e o gosto bom da leitura. Transformou seu talento com as palavras em deleite com letras.
Bibliotecou e poetizou e quando seu corpo foi, deixou cá suas palavavras eternizadas e sua imagem gravada. Sublinhou seu nome com palavras, mágicas.
Será ela uma das minhas eternas admiradas: Cecília Benevides de Carvalho Meireles.
ótimo,você é uma escritora de mão cheia
ResponderExcluirParabéns Aline
Obrigada.
ResponderExcluirÓrfã de pai e de mãe, Cecília foi criada por sua avó portuguesa, D. Jacinta Garcia Benevides. Aos nove anos, ela começou a escrever poesia. Frequentou a Escola Normal no Rio de Janeiro, entre os anos de 1913 e 1916. Como professora, estudou línguas, literatura, música, folclore e teoria educacional.
ResponderExcluirEm 1919, aos dezoito anos de idade, Cecília Meireles publicou seu primeiro livro de poesias, Espectro, um conjunto de sonetos simbolistas. Embora vivesse sob a influência do Modernismo, apresentava ainda, em sua obra, heranças do Simbolismo e técnicas do Classicismo, Gongorismo, Romantismo, Parnasianismo, Realismo e Surrealismo, razão pela qual a sua poesia é considerada atemporal.
Mulher realmente Divina,uma dessas em que eu em particular adoraria ter nascida pelo menos um pouquinho parecida!... rsrsrssssssss